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Moscas Volantes

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Você alguma vez já reparou que, ao olhar para paredes lisas ou superfícies claras e bem iluminadas, percebe pontos escuros, manchas, filamentos, círculos ou “teias de aranha” que parecem mover-se?

Aposto que, uma vez ou outra, até tentou espantar o suposto mosquito.

Você tem as famosas “moscas volantes”, alterações muito comuns após os 45 anos, mas que podem surgir antes em pessoas míopes ou que já tenham tido inflamação dentro do olho, sofrido algum trauma ocular ou mesmo cirurgia oftalmológica.

“Mas isso é sério? O que provoca isso?”

Nosso olho é preenchido por uma substância chamada Vítreo, que tem uma consistência gelatinosa e é totalmente transparente, para que a luz que entra através das pupilas possa alcançar a retina sem dificuldades.

Com o tempo (ou os demais fatores citados acima), o gel Vítreo pode contrair-se e desgrudar-se da parede interna do olho (a retina) e formar pequenos grumos ou filamentos (partículas de proteína agrupadas), que ficam “flutuando” dentro do olho.

Normalmente, o descolamento do Vítreo e as “moscas volantes” não provocam prejuízos à saúde ocular, mas, ao “flutuarem” pela linha de visão, a luz que entra no olho passa por essas partículas gerando sombras na retina e, por isso, podemos visualizá-las, com a impressão de que estão mesmo fora do olho.

Na maioria dos casos, não é necessário tratamento. Com o tempo, tendem a diminuir. Porém, em alguns casos, especialmente quando o surgimento das “moscas volantes” é súbito, podem estar associadas a lesões ou rasgos na retina, e estes devem ser tratados à laser, para evitar o descolamento da retina.

Em caso de dúvida, visite seu oftalmologista.

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